Entre as tribos urbanas e nós dissemos-lhe sobreos meninos emo, aqueles que optam por hipersensibilidade, tão triste, tão deprimente.Agoraeu trago você para o mundo do gótico, mas através da estética.
As tribos góticas são distinguidos pelo seu apego ao escuro, para uma suposta idolatria da morte, pelo que a sua pele é quase transparente, que é consolidada com a roupa escura que eles usam, assim como no século XVIII.
Para as meninas make-up é essencial.Entãoaqui estão os detalhes para que você realize o seu olhar gótico.Primeiro aplicar a base,que deve ser clara (dois a menos que o seu tom de pele) com uma esponja macia,e depois colocamos um pó compacto também claroque, como a base, aplique no pescoço e no peito.
Os olhos, que são as estrelas, deve ser bem destacado.sobrancelhas estão bem tem que ser arrancado, e fez com delineador preto.sombra cinza escuro é aplicado ao redor dos olhos,amendoados,e essa sombra se funde com outra lilás ou rosa escuro.
Então, ele destaca o olho dentro e por fora, tornando mais grossa linha superior e, finalmente, aplicada três ou mais passagens de rímel.
Os lábios, que também deve atrair a atenção, estão dentro da faixa de tom cereja, e deve ser descrito na borda de cor pretabem definidos.Finalmente, aplique um blush na bochechas pompom.
Cresce dentro de mim Sentimento que me faz mal Pressentimento que mal reonheço O que vai acontecer ? Dor intrigante em meu peito Vontade de chorar sem motivo Forma-se um soluço dentro de mim Pois minhas lágrimas secaram Meus olhos já vermelhos ardem Esse sentimento se torna maior Pois começo a perceber que Toda esperança que eu tinha Morreu no mesmo instante em que parti
Hoje estou aqui quieta,
Lembro de cada momento...,
Do quanto foi bom...
Foi maravilhoso ter estado com você
Agora sinto-me sem graça
Um sorriso triste invade meu rosto...
Lágrimas percorrem minha face...
Estou pensando em você.
Quero você, mas sei que não posso tê-lo,
Seu caminho já não é o mesmo, não és o mesmo...
Sei que não tens culpa nem eu tenho...
De ter permitido que o amor tomasse conta de mim...
Já compreendi..., acho que sim....
Não imaginava que teria fim..
Mas a vida é assim mesmo...
Injusta.. quem sabe, mas foi assim.
Não suporto mais tanta dor...
Não posso mais conviver com este vazio...
Você foi cruel dizendo que me amava... que seria pra sempre
Foi... eu sei que foi ilusão tudo o que vivemos..
Realmente acreditei nas tuas promessas de amor,
Acreditei que seria para sempre... me deixei iludir,
Então a culpa foi minha, apenas minha...
Mesmo que hoje tudo pareça um enorme labirinto
Sem saber ao certo onde vai dar...
Sinto-me realmente feliz por ter um dia amado...
Vivi o que muitos não acreditam...
Creio que seja o sentimento mais sincero...
Amar....
Neste momento entendo, você me fez ver
Que mais do que sincero... no final será sempre solidão...
Esta foi a recompensa de ter lhe amado tanto...
Hoje vivo e sou solidão... e a culpa ...?
A culpa... é do destino por ter traçado caminhos diferentes...
Ah... meu amor, você não errou quando ensinou-me a amar...
Com surpresa vi recentemente o lançamento da banda norte-americana Stryper, um dos maiores expoentes do white metal, ou rock cristão – se não for a principal banda do gênero do mundo, ao lado do Petra e do Mortification.
“The Covering” nada traz de novo.
Chegou ao mercado norte-americano em dezembro passado e no europeu em fevereiro. Não traz nada de novo, e aproveitou para embarcar, bem atrasada, na onda do álbum de covers.
Há coisas interessantes ali, como “Heaven and Hell”, do Black Sabbath/Heaven and Hell, “Lights Out”, do UFO, “Highway Star”, do Deep Purple, “Immigrant Song”, do Led Zeppelin, e “Breaking the Law”, do Judas Priest. É apenas um bom disco, nada mais.
Entretanto, o que me chama a atenção ao ler e procurar mais informações pela internet sobre o álbum é o tom raivoso com que muitos radicais abominam a banda e sua linha filosófica, digamos assim. É a velha batalha entre os próprios roqueiros, que brigam em si defendendo gêneros, subgêneros e correntes ultra alternativas.
Capa de "The Covering", do Stryper
O Stryper é uma banda de respeito. Está prestes a completar 30 anos de carreira e já transitou pelo hard rock, pelo hard pop e pelo heavy metal. Já lançou álbuns bem ruins e outros excelentes, sempre tendo a temática religiosa de cunho cristão como carro-chefe das músicas.
Por conta disso, desde os anos 80 o Stryper é execrado pelos radicais e pelos puristas, que consideram incompatível o rock e os temas religiosos. E o pior, muita gente inteligente embarcou e embarca neste caminho equivocado, caindo invariavelmente no “não ouvi e não gostei”.
O rock sempre foi visto como “coisa do diabo” pelas várias correntes cristãs desde os anos 50 até meados dos anos 80, repetindo o que tentaram fazer com o blues e, de certa forma, com a country music voltada para temas mundanos.
Essa situação mudou bastante no Ocidente, principalmente depois que muitos jovens antenados, mas de fé, resolveram se aproveitar do rock e do metal para professar sua fé, primeiro dentro da própria comunidade, e depois para o mercado chamado secular. Venceram pelo cansaço e pela insistência e hoje tempos excelentes bandas dedicadas à louvação e à pregação.
Stryper no auge dos anos 80, toalmente poser e acompanhando a tendência do hard rock farofa norte-americano da época
Ainda existem bolsões de resistência total ao rock no meio religioso, especialmente nos rincões mais atrasados dos Estados Unidos e nas seitas evangélicas igualmente atrasadas no Brasil – quase todas em atividade atualmente. Boa parte do mundo islâmico também não tolera essa música “decadente”.
É óbvio, entretanto que o preconceito dos puristas apareceriam até mesmo como argumento de defesa para desqualificar a linha religiosa que o rock adotou em algumas circunstâncias. Afinal, como pode existir alguém que faça rock religioso quando a religião sempre execrou o gênero musical?
Esse pensamento enviesado e equivocado acaba por privar muita gente de muita música boa. Gente que abomina a religião acaba misturando as coisas e deixa de aproveitar o que interessa, que é a música, independente da mensagem.
Assim como existe white rock e white metal, existe o black metal, que prima pelos temas satânicos e demoníacos, geralmente. E não vejo o mesmo preconceito dos roqueiros em geral contra as bandas de black metal.
O grupo grego Rotting Christ
Ou seja, falar de satanismo e diabo pode, são termas tolerados pelos roqueiros médios, mas falar de temas cristãos e até mesmo pregar não pode. E o curioso é que existem bandas de metal extremo no Brasil e no mundo que fazem músicas louvando a Deus e Jesus Cristo, remetendo, obviamente, a um Slayer cristão, por mais que isso soe sacrilégio – e soa mesmo.
Seja como for, é uma insanidade ignorar bandas importantes e de boa qualidade apenas por causa da temática de suas letras. Assim como o Stryper é uma boa banda, o Mortification, da Austrália, também é.
Por outro lado, os gregos do Rotting Christ são excelentes, assim como os poloneses do Behemoth e do Vader, e de muitas outras bandas que passeiam por temas satânicos ou antirreligiosos. Esse preconceito não tem sentido. Muita gente leva a sério demais as letras alegóricas, tanto de um lado como de outro.
O grupo polonês Behemoth
No campo brasileiro, é bobagem ignorar bandas ótimas como Destra e Eterna, por exemplo, que fazem white metal em inglês, ou o excelente Oficina G3, que já fez hard rock em português com letras não diretamente ligadas à religião, mas com temática filosófica que ia por esse caminho.
Assim como temos, do outro lado, coisas muito bem feitas, como Unearthly, Occultan, que fazem o mais brutal metal extremo com temas diabólicos.
A banda brasileira Eterna
É evidente que, em casos ultra-extremos, como grupos de rock ou de qualquer gênero musical, que promova e incentive mensagens racistas, nazistas e ou violentas contra grupos de seres humanos, não podem ser apoiados, mas creio ser desnecessário prolongar essa questão.
Por não professar qualquer religião ou filosofia religiosa – na verdade, por abominar qualquer tipo de religião e, por isso considerar qualquer pregação uma bobagem, assim como qualquer coisa relativa ao satanismo (suprema estupidez, na minha opinião) – talvez eu consiga lidar melhor com essa questão de white metal x black metal.
Já execrei o Stryper por ser cristão nos anos 80, até que escutei a banda pela primeira vez. Mudei de ideia quanto ao som, mas não quanto à mensagem – que continuo abominando. Mas a música era bem feita.
Existem inúmeros artistas e músicos de rock cujas mensagens em letras são obrigatórias e maravilhosas – desnecessário citar alguém. Do mesmo modo, existem milhões de outros artistas e músicos que precisam ter suas letras ignoradas, seja por má qualidade, seja por imbecilidade.
Uma das formações do Destra
Independente de sua fé (ou falta de), talvez seja uma atitude de tolerância, ou até mesmo de mera questão informativa, ouvir white metal ou black metal sem prestar muita atenção nas mensagens, que geralmente não passam de pura bobagem na esmagadora maioria dos casos.
A música tem de prevalecer. Garanto que haverá muitas surpresas para quem se dispuser a colocar temporariamente os preconceitos de lado e procurar ouvir coisas interessantes com Stryper, Mortification, Eterna, Destra e Oficina G3, entre outros.
Usam roupas e acessórios pretos, vivem em lugares estranhos, só andam em grupos, se vestem de formas estranhas e às vezes engraçadas, ouvem musicas diferentes e tem até um jeito de se portar todo diferente do resto da sociedade, mas cuidado eles são inimigos mortais e não gostam de ser confundidos embora existam muitas semelhanças, estou falando dos Emos e dos Góticos, dois estilos diferentes que devem ser respeitados pelo resto da sociedade, mesmo não gostando desses estilos devem respeitar o gosto dessas pessoas consideradas diferentes.
Na verdade os Góticos e os Emos são duas tribos urbanas, porém os Góticos existem há muito mais tempo que os emos. Existem indícios que eles surgiram na França no século XVIII e prezam até hoje a morte, o silêncio, a melancolia e adoram rock e até mesmo são praticantes do satanismo, e também vale lembrar que muitas pessoas góticas gostam de freqüentar cemitérios de noite. Já os Emos, são bem mais novos, surgiram há pouco tempo, e são os adolescentes que usam franjão e vivem por amor, chorando, se emocionando fácil e sempre ouvindo NXZero, pois essa é uma banda emo que já ficou conhecida pelo seu estilo e pelas suas músicas que conseguem fazer qualquer emo se emocionar. Essas duas tribos urbanas continuarão sendo vistas nas maiores cidades brasileiras com seus estilos que chamam bastante atenção, porque eles só vestem roupas da cor preta e ainda usam aqueles acessórios bem chamativos, é por isso que eles sempre serão notados pela sociedade que continuará criticando dois estilos diferentes que poderiam muito bem se vestir normalmente, mas mesmo adotando um estilo diferente devem ser respeitados pela sociedade. Esses dois estilos diferentes não devem ser confundidos pela sociedade brasileira que já deve ter se deparado com algum emo ou gótico, pois como já dito são inimigos mortais que não podem ser confundidos de maneira algumas, porque emos não gostam dos góticos que vivem há mais tempo com seu estilo que até pode ser parecido para quem não sabe muito dessas duas tribos urbanas.
Goticismo é uma subcultura, estilo e maneira de pensar. Isso parece bem pretensioso, mas é outra faceta do Goticismo. Umas das principais coisas da cultura gótica é a apreciação pela dicotomia da vida, o contraste entre a luz e o escuro, o bem e o mal, coisas das quais uma não poderia existir sem a outra, e os valores tradicionais de julgamento ligados a estes opostos não são necessariamente verdadeiros.
Os Góticos tem uma tendência de ter um senso de humor perverso e negro, um amor à história, literatura e musica. Tentar colocar os góticos em "tipos de pessoas" seria impossível. Os interesses, estilos e suas atividades são as mais diversas possíveis. As vezes, as roupas podem ser uma dica, mas não sempre. Apenas procure por algum sinal de escuridão - este é o fator mais confiável.
A subcultura gótica frequentemente envolve a cena musical, mas pessoas leigas os confudem com punks (pode acreditar). Muitas bandas góticas clássicas, como Siouxsie and the Banshees e Damned foram originalmente consideradas punks. A música não é a única arte dos góticos. Todos os tipos de manifestação artística por parte de góticos é sempre bem vinda e encorajada.
Muito da cultura gótica é superficial, artificial e pretensioso, e isso não é ajudado pelo fato de muitas pessoas que se consideram "góticos de verdade" repudiam os que eles consideram "posers". Alguns dos jovens que agora se consideram "góticos" sair do Goticismo e ir para outras coisas. Outros não. Outros ainda continuarão, mas se sentindo estranhos na cultura "normal", e irão se redescobrir quando encontrarem algo que os lembre da cultura e do pensamento gótico.
Mas também existe uma grande parte desta cultura que é rica e pensadora. Os góticos lêem coisas como Dante, Byron, e Tolstoy - não porque eles "devem" ler, mas porque eles querem ler. Também costumam assistir filmes mudos de expressionistas alemães e relatar detalhes como outras pessoas poderiam falar dos filmes de Hollywood. Os góticos normalmente tem discussões espirituosas sobre a evolução da religião e seu lugar na sociedade moderna.
Ser gótico é, no fim, uma forma de tribalismo, uma maneira de pessoas que tem interesses parecidos se encontrarem e terem um lugar a qual pertencer. Como a maioria das tribos, os góticos sempre tentam manter fora quem não faz parte desta tribo (os muito pretensiosos e os posers). Mas também pode ser uma tribo muito boa e confortável para aqueles que se encaixam, e cheia de paciência e entusiasmo para aguentar as pessoas que tentam descobrir o que os góticos querem. Os góticos irão continuar mantendo fora os que não pertencem a seu meio, e aqueles que estão interessados em os explorar por causa do visual diferente e por terem interesses fora do padrão adotado pela sociedade mas eles também tentarão se proteger. Para alguém que não acha que eles se encaixam no padrão adotado pela sociedade, conhecer mais sobre o Goticismo pode ser muito prazeroso.
Os góticos não são muito diferentes de qualquer outra subcultura
Os góticos tem um visual diferente. Eles gostam de coisas que a maioria das pessoas acham questionáveis, desprezíveis ou até complicadas. Eles não se encaixam como pessoas "normais", como eles mesmos dizem. Consequentemente, várias coisas são ditas e estereótipos são criados sobre góticos, os quais na maioria são falsos.
·Não são todos satanistas.
·Não pensam que são vampiros.
·Não são perigosos ou violentos.
·Não são obcecados pela morte e por matar.
·Nem todos usam drogas.
·Nem todos os góticos do sexo masculino são gays.
·Nem todas as góticas do sexo feminino são hetero.
·Os góticos tem empregos ou vão a escola, pagam impostos, criam famílias, possuem carros e casas, e são tão produtivos quanto qualquer outra pessoa, se não forem mais.
·Todos tem tendência a algum tipo de arte, mas nem todos são músicos, pintores pretensiosos ou artistas de histórias em quadrinhos assustadoras. Alguns fazem isso, claro, mas outros costuram, fazem jóias, escrevem de novelas a resumos, cozinham, esculpem, tiram fotos, fazem jardinagem, dançam, fazem filmes, fazem jogos, ou ainda escolhe entre centenas de coisas criativas para se fazer.
·Não estão interessados em aterrorizar pessoas (na maioria do tempo), roubar seu dinheiro, corromper suas crianças, ou fazer qualquer outra coisa além de viver da maneira que escolheu.
.::....O Manifesto Gótico....::.
Em princípio cabe-nos esclarecer que o movimento gótico não tem nada de "contracultura", pelo contrário, é um movimento que se sustenta numa plataforma de conhecimentos extremamente ampla.
Não basta vestir uma roupa preta e se dizer gótico, é necessário entender o que significa gótico e, neste sentido, não é possível entender o gótico sem conhecimentos sobre História, Literatura, Cinema, Música, Sociologia, Música, etc.
Os góticos não são adeptos do consumismo ingênuo, mas são pessoas sofisticadas e elegantes, possuem senso crítico e um visual totalmente produzido.
Góticos são seres sociáveis que escolhem seus amigos pelo que eles são e não por aquilo que eles possuem; não medem as pessoas dos pés à cabeça antes de se aproximarem para fazer novas amizades.
Os góticos não pretendem transformar a sociedade ou destruí-la com bombas, não estão satisfeitos com a ordem social estabelecida, mas querem seu espaço no contexto.
Os góticos odeiam qualquer forma de discriminação, aceitam as diferenças individuais com naturalidade e recebem bem todos que se aproximam, independentemente de seus valores, crenças, situação econômica ou orientação sexual.
O movimento gótico caracteriza-se como um movimento de inclusão social e não de exclusão, se você sofre problemas com seu grupo de referência, conheça uma tribo gótica e faça uma comparação. Não fique surpreso se você for muito bem recebido, afinal, você estará em contato com pessoas pluralistas, inteligentes e de mente aberta.
Góticos não veneram satã ou cultuam o mal, mas não se engane, não é uma boa política ter inimigos góticos.
Os góticos conhecem segredos de magia, quando você menos espera, pode acabar passado mal e sequer vai conseguir entender o porquê.
Os góticos não acreditam na violência e detestam os ignorantes e idiotas que vivem destruindo o patrimônio público.
As festas góticas acontecem em locais simples, góticos não precisam de luxo para sentirem-se felizes, todavia, ressalta-se que uma festa gótica é muito mais sofisticada do que qualquer outro evento, contemplando performances, desfiles de moda, exposições de arte, música ao vivo, grupos de RPG, etc.
Os góticos não moram nos túmulos dos cemitérios ou nos porões das Igrejas da Cidade, apenas são fascinados pela arte, pela paz e pela beleza arquitetônica desses lugares.
No dia-a-dia os góticos são como as outras pessoas, trabalham estudam e lutam por uma sociedade mais justa e condições melhores de vida.
Você não precisa ser iniciado num ritual de magia negra, se transformar em vampiro ou beber sangue de animais para fazer amizade com os góticos.
e você é baixo ou alto, magro ou gordo, feio ou bonito, fechado ou extrovertido, pobre ou rico, hetero ou homossexual ou se simplesmente está com o saco cheio do seu atual ciclo de amizades, permita-se conhecer o movimento gótico.
Seja você quem for, entre os góticos você será respeitado e tratado como um ser humano de verdade e, com certeza, você vivenciará fortes emoções junto de uma galera muito louca.
Hoje convidei alguns amigos para celebrar comigo, e durante este dia estarei compartindo com você, a forma como eles vivem Halloween, mas antes, quero lhes presentear com o modo de preparar uma linda comemoração para este final da Roda do Ano das Bruxas!
E como é uma festa, espero que voltem e se divirtam, compartindo a visão de meus amigos.
Dia de Todos os Santos em inglês se diz “All Hallows Day” , a noite anterior a este dia é muito importante, por isso Halloween é uma abreviatura de All Hallows Even ou “Noite de Todos os Santos”!
Acreditava-se que na Noite das Bruxas os fantasmas voltavam à Terra em busca de alimento e companhia para levarem para o outro mundo, e por isso as pessoas pensavam que encontrariam almas penadas se saíssem de casa nessa noite.
Por isso, para não serem reconhecidas pelos fantasmas, usavam máscaras quando saíam de casa, para serem confundidas com espíritos que andavam à solta tentando apanhar almas vivas.
Para manter os espíritos longe de casa, as pessoas colocavam tigelas de comida à porta para satisfazê-los e os impedi-los de entrar.
Também para se proteger, carregavam lanternas acessas, feitas de abóboras.
Decoração de Halloween
Ossos a estalar sob os pés
Espalhe pedaços de pão bem seco por baixo dos tapetes, quando os seus convidados estiverem passando por eles, parecerá que estão estalando ossos com os pés!
Pegadas monstruosas
Com um marcador, desenhe uma pegada numa esponja grande de banho e recorte-a. Com a esponja molhada em tinta lavável, vá deixando “pegadas” desde a calçada até à entrada de sua casa.
Não esqueça de ir virando a esponja, de forma que apareçam ambos os pés marcados, direito e esquerdo!
Partes do corpo
Você pode espalhar algumas tigelas com “partes corporais” pela festa. Para isso só tem que arranjar umas salsichas para fazerem as vezes de dedos. Também pode cozinhar espaguete e juntar-lhe colorante vermelho para fazer de veias. Umas quantas cebolinhas em pickles podem muito bem parecer olhos…
Efeitos sonoros
Uma boa idéia para animar uma festa de Halloween são sons assustadores. Pode-se gravar alguns com antecedência e colocá-los para “soar”.
Uma placa de metal fina e de tamanho médio, por exemplo, quando abanada faz um ótimo som de trovão. Arroz cru deixado cair encima de um tabuleiro de metal parece chuva. Papel celofane amarrotado dá a sensação de labaredas de um incêndio.
Para arranjar um bom grito podes, bem, gritar (uuugh!). Também pode cortar (à mão) algumas cenouras fazendo parecer que são ossos a partir.
Se quisere juntar uns morcegos à festa, abane um saco de plástico em frente ao microfone do gravador…
Iluminação
Para uma festa deste tipo convém ter a sala bem escurinha. Mas, a bem da segurança, se pode colocar alguns autocolantes refletores por cima das saídas (para as pessoas se orientarem).
Ah! E uma luz negra resulta sempre muito bem, principalmente se você estará vestido de esqueleto!!!
Decoração do jardim da casa
Se você mora numa casa (em vez de num apartamento), pode aproveitar o jardim da frente para começar a criar o ambiente.
Uma idéia é utilizar caixas de cartão para fazer pedras tumulares; pinte-as de cinzento para ficarem com um ar envelhecido; para que fiquem de pé, cole umas pedras da calçada na parte de trás.
Para o toque final arranje (numa loja de brincadeiras) um braço, caveira ou qualquer outra “parte do corpo” para dar a sensação de que os zombies estão querendo sair das suas sepulturas.
Para um efeito ainda mais louco, pode alugar uma máquina de fazer fumaça, e escondê-la no jardim; o nevoeiro fará com que os seus convidados pensem duas vezes antes de entrar na festa!!!!!
Como esculpir as aboboras
É preciso: • 1 colher grande ou uma daquelas colheres de sorvete; 1 faca afiada • folhas de jornal • 1 vela pequena.
Com a faca (que deverá ser comprida) corte uma espécie de tampa na abóbora, na parte de baixo(cuidado para não furar os lados da abóbora).
O buraco deverá ser grande o suficiente para tirar o recheio (polpa e sementes) com a ajuda da colher.
Limpe também a «tampa» que retirou para abrir a abóbora.
Coloque a abóbora numa mesa e verifique qual é o melhor lado para começar a esculpir.
Imagine a «cara» que deseja fazer e use a faca para, cuidadosamente, retirar as partes individuais que não lhe interessam. Se precisar de ajuda, use uma caneta para fazer as marcações antes de começar a cortar.
Assim que terminar de cortar, empurre devagarinho as peças recortadas para ver o resultado final.
Se tudo estiver perfeito (na medida do possível) pode-se passar à parte da vela, que é bastante simples: coloque a «tampa» da abóbora (deixando-a nivelada) no fundo da abobora, e cole com cera a vela encima, ficando assim perfeitamente estável.
Depois é só acender a vela e colocar a abóbora com o «rosto» virado para o sítio onde os seus convidados irão estar!
A tradição de dar doces, guloseimas e frutas veio dos duendes (e da Irlanda), que eram considerados maus (!) pelos antigos celtas.
Nessa noite eles gostavam de pregar “peças” (“tricks”) aos humanos. Para lhes agradar e evitar as suas maldades, as pessoas deixavam doces e frutas (“treats”) à porta das suas casas. Ou seja pacto, “eu lhe dou os doces e você não me incomoda”
Daí surgiu a famosa frase “trick or treat” que dizem as crianças norte-americanas quando celebram o Halloween, ou Dia das Bruxas, e pode ser traduzida como “presentes ou brincadeira”.
Como se diz que nessa noite os fantasmas andam à solta, todas as brincadeiras são válidas, mas é preciso estar mascarado como eles (os espíritos) para não sermos levados pelas almas do outro mundo.
Também para se protegerem deles, as crianças carregavam lanternas feitas com uma abóbora escavada.
Essas lanternas também se põem à porta de casa, para espantar os espíritos.