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Olá Uma Pequena Apresentação Minha

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segunda-feira, 30 de julho de 2012

És gótico ou não??????

"Se Seu Filho é Gótico, Reforme-o Pelo Senhor! Listados abaixo estão alguns sinais de aviso indicando se seu filho pode ter sido levado para longe do Senhor. Gótica (ou goth) é uma obscura e frequentemente perigosa cultura da qual jovens adolescentes são propensos a participar. A cultura gótica leva jovens e sucetíveis mentes para um mundo imaginário de mal, escuridão e violência. Por favor procure atenção imediata por aconselhamento, oração e orientação familiar para livrar seu filho das tentações de Satã se cinco (5) ou mais dos seguintes se aplicam à seu filho:


1 Usa roupas pretas frequentemente.

2 Usa camisetas de bandas de rock ou sobre rock.

3 Usa excessivamente delineador preto, batom ou esmalte.

4 Usa qualquer tipo incomum de jóias e acessórios de prata. Alguns desses incluem: crucifixos invertidos, pentagramas, pentáculos, ankhs ou várious outros símbolos satânicos.


5 Mostra um interesse em piercings e tatuagens.


6 Escuta qualquer gênero de música gótica ou anti-social. (Marilyn Mason clama ser o anti-Cristo, e a publicidade fala contra o Senhor. Por favor discarte qualquer album do tipo IMEDIATAMENTE).

sábado, 28 de julho de 2012

Espelho mágico

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O espelho reflete: que se é. O inefável se mostra: hic et nunc. Mas a câmera espelha o espelho, ela magnifica sua potência de revelateur: como o espelho, é uma superfície que reflete superfícies, corpos feitos de luz e de sombras, volumes, texturas; mas ao contrário do espelho- e nisto ela o excede e o enquadra, cadre do cadre- ela apreende- não: entreolha- os corpos conservados no líquido amniótico da presença, o tempo. O espelho pretende ser uma imagem do Eterno, ou capta a imagem como um estigma do Eterno, vetustez do retrato de família e do cerimonial galante ; logo, nos apresenta uma imagem falseada ótica e ontológicamente: fazemos pose para o espelho, aprendemos a encenar , a mentir diante do espelho ( com). A nos fixar e nos eternizar diante do espelho, e nos eternizar em um determinado papel, um certo Ego. A morrer, portanto. O espelho é o anátema da presença; nele, o humano se afirma e se exalta às custas da exclusão do horizonte de todo sendo ( das in-der-Welt-sein),o tempo.

Alfreda jamais conseguirá ver a Virgem Maria enquanto tiver a si diante do espelho; se tivesse olhos para ver, como nós- que não vemos o que o espelho nos oferece, mas o que a câmera nos vela-, veria o que lhe aparece- às expensas dela- em quase todos os planos do filme: a viração, a luz e a sombra brincando sobre os corpos, um fiapo de música ao longe. Não exatamente o divino - interdição suprema no judaísmo e no cinema, sobretudo o divino frontalmente, face a face- , mas o único milagre que nos será dado presenciar sobre a terra: parafraseando Hölderlin, o rastro do desaparecimento do divino, o que o divino deixa para trás, ao retornar ao escaninho do Nada. Este evento se oferece a quaisquer, não necessariamente o homem, basta ter olhos para ver: um olho mecânico por exemplo, mas fixado no tempo e no espaço absolutamente necessários para testemunhá-lo; como dizia Monteiro: só há um ponto onde colocar a câmera, e é este ponto que é preciso descobrir. Ia falando... ah , sim, o rastro da ausência do divino: abundância de significantes sem significado no cinema de Oliveira, plenitude gloriosa- numinosa?- do signo justamente porque não atrelado ao escopo do simbólico ( Signos banhados na luz gloriosa de sua ausência de explicação, etc)

A câmera vê mais e melhor que o espelho: vê tudo, justamente na medida em que se sabe ( nós a sabemos) finita, contigüidade dos pontos de vista e de treva: um Todo feito sobretudo de partes, em sincrônica e sucessiva ordem.Vê tudo por não aspirar– como o espelho- a de tudo se apoderar e submeter à autarquia do Ego, seus brasões de família: o selo do Olvido e da dissolução. E se o espelho merece o status de uma visão verdadeira- de uma vidência- é quando vira uma câmera, como na projeção final das imagens de Veneza.
O que é merece ser eternizado, mas somente enquanto situada numa rosa dos ventos temporal, pretérito imperfeito do subjuntivo, jamais totalmente presente, em vias de passar e advindo de: “Sempre te amei”, diz a mulher ao marido. Mas era como se fosse para depois. Para toda a vida. E eu cuidava que era muito cedo para começar a eternidade”. A câmera faz justiça ao que é, dá-nos uma visão justa, mostrando-o ao mesmo tempo como o que foi e o que será. A justa visão, a visão dos justos: se tivéssemos olhos para ver, veríamos o que Alfreda talvez apenas tenha podido ver à hora em que seus olhos se entrefechavam para sempre; mas aí já não o pôde dizer, e levou o segredo consigo, como é de praxe em toda sessão de camara obscura, prestidigitação, sessão espírita ou projeção de cinematógrafo: levar o segredo consigo.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTN0l182V-fpIbf252QzOI4JQ-OUbADdNGg87eNVszE_vXt4-qk99iBcbEKENOv55JY1g6DWR16qfzUWN7tS6cr_7uQeU9vm5lQw-6puO_eqkm4LxRGk788UpfiIor_CgSNrZNpz6cWTE/s400/espelho+2.png

Se pudéssemos ver como a câmera, que registra apenas as pegadas, o que ontem não era e amanhã talvez não seja mais, veríamos: que toda entrada e saída de campo equivale a uma retração e a uma plenitude de ser, a uma efeméride e uma Eternidade; que todo sorriso é uma epifania, e toda comemoração o átrio da ruína. Aliás...Alfreda , sem o saber ( pois ainda não sabia ver, ao menos de forma justa, conforme ao transitivo do divino), assiste a uma aparição da Virgem: é Marisa Paredes, velha e enlutada virgem, que entra e sai do campo ao fundo, transparência que se esfuma na distância da luz e do tempo; e a profundidade de campo nos sugere que muitos poucos, talvez alguém dotado de uma monstruosa hipermetropia espiritual, poderia tê-la visto, antes de se encaminhar para nós, e assim adquirir os contornos de uma figura , um presente, inspirando ao nosso olhar horizonte e foco. Não, não, era uma miragem...O que é que a mulher fala mesmo à “aparição” em seu leito de morte? “Parece que foi no jardim. Lembro-me de si e depois não lembro. Havia árvores em flor, e o chão em volta delas estava cor de ouro.”

Ps: Espelho mágico, como em Track of the cat ( o morto na cova) e Vampyr ( o morto a caminho da cova), nos dá um ponto de vista impossível, limítrofe: refletido no espelho, transformado agora numa câmera, o olhar de uma mulher em coma passeia por recantos outrora amados, o teto de um hotel em Veneza, o Horto das Oliveiras...Vemos por ela, nela: ou somos vistos? Manoel de Oliveira consegue o estranho ( demiúrgico) prodígio de dotar o inanimado de uma aura ( vide tantos planos enigmáticos de estátuas e objetos, ao longo de sua obra), a Morte inclusa: de conferir ao mundo, silenciado pela ausência do divino, o poder de voltar os olhos para nós, e igualmente ver.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

ALÉM


Além, esta noite, à luz do seu olhar, brilhos me, há um sol que nunca se apaga simplesmente no horizonte distante, é difumina.Mas lá, a partir deste corpo estremece, há um coração nele moscas e resultante de nevoeiro escuro, denso, encontrar sua essência, além ella.Mas misturados com o sangue que corre nas minhas veias, latejante sentimento que depositou em seus lábios e dar-lhe de beber. Além desta cor de rosa e roxo, esta mão que escreve e que medita nessa frente, há uma alma sofredora, um corpo envelhecido e um mundo ................ A mundo assustador, brilhante e contrário à luz e, além disso os muerte.Mas tristes life.more tempestuosos além desta vida, esse sonho meu para sempre

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Laços eternos


Com o sangue em minhas veias Eu estou escrevendo, eu quero a minha razão de seu parceiro locura.Penetrar morte, beijar o seu coração congelado, o amor para cobrir a sua perdido no sepultura.He sombra que você me deu, e eu deserta, eu ausente se todos viviam para completar, aperfeiçoar-me com tudo que existe.Ando da escuridão para a sombra, a música de sua alma, eu estou buscando, quero forma é vazia e seu peito em minha memória em busca abrigo.Te boca e em minhas mãos, meus lábios será, e eu admito, é não morrer de amor, morrer de uma ti.Sea seu sangue com o meu sangue, eu amo e da morte, eu morro de todo.Deja você olha, o tumulto profundo das tuas entranhas, que morrem e dar-se ao vivo, o corpo siempre.Mi falhar, não cinzas suas cuidados.Sera, mas vai fazer sentido, serão poeira, mas poeira no amor.
CELESTE

segunda-feira, 2 de abril de 2012

CIDADE DE CAMDEN

Alternativas comprar ideais lugar dos roupas do SE do como o parágrafo do conhecida do mundialmente do é de de Londres do parte de Essa (punk, gótica, fetiches, vintage, etc.). O é dos lojas dos dessas de Uma um Darkside, ser do por do famosa um original do loja faz a rua elevada do na Camden do gótico do estilo. Cyber de impressionante seleção de roupas do uma do oferece de Ela/rua superior gothic do da dos lojas dos outras dos das de andares além de sapatos “rockabilly” de qualidade ao dos dois do seus do em.



A cidade de Camden, bairro faz em Londres do de Camden do distrito, informados locais enquanto os novidades fazem o moda do da do mundo, local dos mais dos turistas do ósmio de COM do disputam dos locais dos descolados do ósmio do onde do é o do trata o do SE do que do disso do é dos pois, novidades do um grande centro de difusão de. Um britânica do PNF do cultura do da dos ingredientes do ósmio dos todos do apresenta de de estilos do salada: punks de tradição, góticos, clubbers. Os transeuntes do ósmio fazem o vanguarda local de parágrafos do vocação do têm. COM do relação musicais dos expressões dos nossas de COM do direta do ligação do tem de de vestir dos formas de de novas do difusão. O região de parágrafos ser vanguarda de música na do vocação do esta do existe dos anos 30 do ósmio de Desde, psicodélica cor-de-rosa do desempenho do uma de COM do foi o Floyd dos mas nenhum primeiro grande evento de rocha, Roundhouse de o, em 1966, mundo de parágrafos o do aparecer do bairro de fez o do que, seguindo um nascimento passar do pelo do ainda dos vamos do história faz o região do da das publicações do ponto no. do batendo do Oasis do borrão e o do como o do PNF de Brit, moda do recebendo e emitindo influências de música e do lá do por do mora do que de Winehouse do Amy do até.










terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

SHABACH - Black Góthico Doom


O Shabach apresenta a sua mais nova integrante. Cristina (Cris),Vocal Lirico Soprano. Com isso a Banda Shabach honra seus fãs com que já estava previsto e acelera com seu mais novo repertorio para gravação do seu CD.
Confira tudo nós proximos shows.

RELEASE:
A Banda Shabach surgiu em 2007, tendo como fundadores: Berg e Daniel(ex-membros), com Hemilio(Sacramento) como baterista, que logo assumiria a banda.
O Shabach tem hoje como membros Hemilio Maia -Vocal e Guitarra, Raphaela Emilia-Guitarra, Ewerton Nascimento -Baixo, Samuel Maia -Teclado, Orgão e Piano, Raphael Cross -Bateria. A Banda era inicialmente um Black Metal Sinfônico mas nas criações foram adicionadas influências Gótica e Doom na suas musicas, a banda pretende colocar vocais liricos femininos. O Shabach lança sua primeira obra em 27 de fervereiro 2010 com o titulo Refúgio nas Sombras.

O DVD tráz shows, em praça pública, realizado pelo selo Underground Promessa Divina na praça Gentil Ferreira, em Dezembro de 2009 e o Underground Sound Party I em Dezembro de 2008.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Sangue

Algumas pessoas desinformadas assustam-se ao ouvir a palavra "Bruxaria", lembrando logo de sacrifícios de sangue e atrocidades ritualísticas. É claro que não fazemos nenhum dos dois, mas nossos antepassados faziam o uso de sangue de animais ou humanos para conseguir realizar seus propósitos mágicos. Hoje, algumas linhas da Umbanda e Candomblé, satanistas extremistas e alguns poucos magos ainda o fazem, mas não os bruxos - pois respeitamos a Vida e a Natureza como sagradas e temos outras fontes de poder. Mas porque usar sangue?
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O sangue é o fluído vital dos animais e está intimamente ligado com o fluído etérico que caracteriza um ser como vivo. O sistema circulatório é paralelo ao sistema de canais energéticos dos corpos sutis, podendo-se dizer que correm pelos mesmos caminhos. Por isso ele representa uma fonte rápida e poderosa de energia; o simples ato de derramar sangue já libera poder para uma operação mágica razoável e o mago só precisa controlá-lo, ao invés de gerá-lo. Além disso, para usos "obscuros", magistas inescrupulosos e frios fazem com que o animal sacrificado tenha uma morte dolorosa e agonizante, acrescentando uma carga extra de energia de medo, terror e dor, que será transmitida a alguém. Às vezes é oferecido à entidades e Deuses obscuros em troca de favores espirituais.

O sangue humano quase não é utilizado para os usos acima. Normalmente tem o propósito de estabelecer um laço mágico com o "doador" e um objeto, como nas operações de Voodoo - na qual um boneco é feito com material natural, no qual integra-se "partes" da pessoa, como unha, cabelo, jóias, roupas e, é claro, sangue.
Também é ingrediente de poções de amor (sangue menstrual - entrando na categoria de Magia Sexual, junto com o uso de sêmen), condensador fluídico para consagração de instrumentos ritualísticos e estabelecimentos de pactos. O sangue é também um meio de se conectar com os Ancestrais e dos dons que eles nos transmitiram hereditariamente.


CONTEXTO HISTÓRICO: Os astecas acreditavam que precisavam fazer sacrifícios de sangue para que o sol não morresse e deixasse de nascer. A Deusa Sedna teve os dedos cortados, e do sangue que saiu de seus dedos nasceram os animais marinhos.
A palavra blessing (abençoar) deriva do inglês arcaico blestain, primitivamente blodswean, cujo significado é abençoar com o sangue derramado.
A menstruação sempre foi valorizada como substancia dotada de poderes fertilizantes e curativos. Durante a Idade Média acreditava-se que dela poderia originar-se criaturas tidas como demônios. Dizem que bruxas da Tessália possuíam a capacidade de envenenar seus inimigos durante um eclipse lunar, valendo-se apenas da primeira menstruação de uma virgem.


Como já foi discutido em uma postagem anterior sobre vampiros psíquicos, pouquíssimos de fato "bebem" sangue, pois lhes basta a energia etérica pura, que sugam ao estabelecer contato físico ou mental com a vítima. No entanto, psi vamps, quando relacionam-se entre si, podem oferecer uma amostra de seu sangue ao parceiro, que o carrega consigo como símbolo de que a energia vital da pessoa lhe pertence. Entretanto, há uma doença chamada
porfíria, que caracteriza ausência de enzimas no sangue do portador. Com a evolução da doença, ele adquire hipersensibilidade ao Sol e deformações cutâneas. Antigamente, houve relatos de que estes doentes atacavam pessoas para beber o seu sangue e beneficiar-se de suas enzimas. Atualmente há casos semelhantes, mas que na maioria das vezes devem-se mais à distúrbios psiquiátricos.


ADVERTÊNCIAS: Recomendo veementemente que nunca utilize sangue de animais ou de humanos em rituais. É um desrespeito à vida e sinal de preguiça, pois o bruxo/mago pode gerar o mesmo poder com concentração intensa, auxílio de cristais, ervas, energia elemental, solar e lunar. Além disso, existem muitas doenças transmitidas pelo sangue, como a Hepatite C, AIDS, Chagas, Malária, entre outras; sem levar em conta os possíveis riscos de hemorragia. 

LEMBRETE: A BRUXARIA E A WICCA NÃO UTILIZAM SACRIFÍCIOS DE SANGUE EM SEUS RITUAIS, RESPEITAMOS A VIDA! O SANGUE PESSOAL É UTILIZADO USUALMENTE, MAS APENAS PARA PROPÓSITOS PESSOAIS E NEUTROS.
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